quinta-feira, 22 de maio de 2008

Confira as peculiaridades de Maceió




A origem de Maceió remonta à construção de um engenho de cana-de-açúcar, por volta de 1609. Dali surgiu o povoado de Maçayó. Em tupi-guarany, essa expressão indígena, que significa “aquele que tapa o alagadiço”, tem tudo a ver com o lugar, onde a água era abundante e a subida e descida das marés uma constante. O povoado do início



do Século XVII tinha uma capela erguida em louvor a Nossa Senhora dos Prazeres, bem no lugar onde hoje se encontra a Igreja Matriz, na

Praça Dom Pedro II. Das terras alagadas de quatro séculos atrás até a metrópole do nosso tempo, muitas águas rolaram. Banhada por 15 praias, a cidade de 700 mil habitantes destaca-se dentro e fora do país pela beleza exuberante do seu litoral, onde o mar de águas ora muito verdes, ora intensamente azuis, beija areias brancas e finas e forma piscinas naturais. Dentro da série de reportagens sobre curiosidades nordestinas, confira nesta edição um pouco da história, cultura, gastronomia e atrativos da capital alagoana.








COMIDAS TÍPICAS



Peixada com leite de coco. Este é o principal prato típico da culinária alagoana. Mas nesse cardápio à base de frutos do mar, tão característico em Maceió, destacam-se sururu, camarões, caranguejos e siris de coco. Tudo servido à beira-mar e acompanhado por uma cerveja estupidamente gelada. Mas a macaxeira com carne-de-sol, acompanhada com manteiga-de-garrafa, também é um dos pontos altos dessa culinária que deixa muito turista babando.Os crustáceos são o ponto forte da culinária local.




ARTESANATO



Na Lagoa Mundaú, mulheres rendeiras criam delicadas peças de filé, bilro, labirinto e renascença. Este é o mais legítimo artesanato alagoano encontrado na Feira de Artesanato da Praia de Pajuçara. Aliás, aí também se encontram peças em cerâmica, palha e couro.





GOGÓ DA EMA


Na Praia de Ponta Verde havia um coqueiro que cresceu muito e seu tronco acabou fazendo uma curva tão acentuada que ficou parecendo o pescoço de uma ema. E foi justamente esse “gogó da ema” que se transformou no mais famoso símbolo da cidade. Pena que o coqueiro tenha morrido já há algum tempo.



FOLCLORE



Maceió reúne uma dos maiores conjuntos de manifestações folclóricas do mundo. São mais de vinte diferentes tipos de folguedos e danças populares, preservados ao longo dos séculos. Originários da Europa, esses folguedos e danças se misturaram a outras manifestações de origem indígena e africana,resultando em novas formas, cores e ritmos. E aí estão o pastoril, a cavalhada, o fandango, o guerreiro, o quilombo e o reisado, só para citar os mais conhecidos.



Lenda do Pai-do-Mato


O folclore alagoano preserva a figura do pai-do-mato como um bicho muito grande, maior do que os paus da mata, de cabelos enormes, com unhas de dez metros. O urro dele estronda em toda a mata e sua risada, à noite, é ouvida ao longe. Bala e faca não conseguem nem feri-lo. Ele só morre se a bala ou a facada acertarem numa roda que ele tem no umbigo. Quando os filhos estão com os cabelos grandes demais, as mães de família costumam reclamar: -”Você quer virar pai-do-mato, menino?”



FILHOS ILUSTRES


Alagoas tem uma notável geração de personalidades.Só para citar alguns, destacamos o marechal Deodoro da Fonseca, o dicionarista Aurélio Buarque de Holanda, o jurista Pontes de Miranda, os escritores Lêdo Ivo e Graciliano Ramos, o cantor Djavan, o técnico Zagallo e o multiinstrumentista Hermeto Pascoal, Simone Patrícia Feitoza a dona desse blog. rsrssrs






Pedaço do Brasil Colonial às margens do São Francisco






A vela quadrada que faz a jangada deslizar pelas águas calmas do “Velho Chico” dá o sinal de que naquele trecho do extremo sul do estado de Alagoas está localizada e conservada a cidade de Penedo, 157 km de Maceió, cujo acervo integra um dos maiores tesouros da arquitetura dos séculos XVII e XVIII, traduzido em igrejas, conventos e palacetes do Brasil Colonial, guardando as marcas dos colonizadores portugueses, holandeses e dos missionários franciscanos. Uma viagem imaginária no túnel do tempo sem sair do século XXI.O casario com seus sobrados e fachadas é testemunha do tempo e continua inspirando os versos dos poetas da terra e de fora, além de receber de braços abertos cada vez mais turistas que chegam à cidade para conhecer um pedaço raro da história do Brasil e um pouco da muita riqueza literária e histórica daquele trecho de Nordeste, encravado na rocha, “berço da magia, da cultura e do saber”, descrito nos versos do compositor Bil Marques, na sua “Canção por Penedo”. Os primeiros passos para fazer de Penedo uma parada obrigatória de visitantes nacionais e estrangeiros estão sendo dados pelo atual prefeito, Marcius Beltrão, que promete uma série de incentivos para o empresariado interessado em investir na cidade, acenando com isenção de impostos para a iniciativa privada, que demonstre interesse na construção de hotéis e pousadas, infra-estrutura indispensável para qualquer cidade que quiser disputar a preferência dos turistas. Também os moradores serão contemplados, pois Beltrão ainda promete redução de IPTU para os proprietários que mantiverem preservadas as fachadas de seus imóveis .Mesmo antes da chegada dos investidores e a conseqüente melhoria dos serviços turísticos, Penedo merece ser visitada pois preenche um importante capítulo na herança cultural da região que tem a simpática cidade debruçada às margens do rio São Francisco.História – A origem da cidade está diretamente inicialmente ligada à perseguição dos índios Caetés, responsáveis pela morte do bispo Pero Fernandes Sardinha, promovida por Duarte Coelho Pereira, então donatário da Capitania de Pernambuco. De aldeia até a categoria de cidade, um longo e sofrido caminho teve que ser percorrido, incluindo aí a luta contra a dominação holandesa e as inúmeras expedições promovidas para dar fim aos quilombos que se formaram na região, tendo o Baixo São Francisco como local de chegada e partida de várias expedições.A volta ao domínio português fez com que a cidade prosperasse com a construção de 13 igrejas, 10 capelas e vários casarões de estilo barroco que fazem com que a pequena cidade seja considerada a ”Ouro Preto do Nordeste”, embora as semelhanças fiquem apenas na herança arquitetônica e no tipo de calçamento das ruas.Para enriquecer a viagem, vale a parada no Museu do Paço Imperial, no Teatro 7 de Setembro, na Associação Comercial, na Casa de São Francisco e na Casa do Penedo, que mantém rico acervo da história da cidade, com destaque para a exposição de esculturas sacras e de peças que pertenceram ao Barão de Penedo, ao Bispo Dom Jonas Batinga e à família que hospedou Dom Pedro II em sua passagem pela cidade, hoje museu. Para fazer o tour é necessário ter muita disposição para vencer as muitas ladeiras de paralelepípedos que dão acesso à Rua do Banheiro ou das Lavadeiras. Todo o esforço é recompensado pelo contato proporcionado ao turista com o Brasil Colonial, sem tirar o pé do século XXI

“Romeu e Julieta” nos tempos modernos








Sexo e violência entre jovens na favela Filme “Maré – Nossa História” estréia nesta sexta-feira; musical é inspirado no clássico “Romeu e Julieta”

A diretora carioca Lúcia Murat criou um musical em torno de um romance proibido em seu novo filme, "Maré - Nossa História de Amor", partindo de uma livre inspiração em "Romeu e Julieta", de William Shakespeare.

O musical estréia nesta sexta-feira, às 20h30, na programação da II Mostra de Cinema Brasileiro do Cine Sesi.

Como havia feito em um filme anterior, "Quase Dois Irmãos" (2004), Murat recorreu a uma parceria com o
escritor Paulo Lins ( autor de "Cidade de Deus") para escrever o roteiro.

O elenco conta com poucos nomes famosos - caso de Marisa Orth, Flávio Bauraqui e Babu Santana. Nos papéis principais estão jovens escolhidos por testes, alguns atuantes em grupos de dança ou
teatro do Rio de Janeiro e sem experiência anterior em cinema. É o caso dos protagonistas, Cristina Lago e Vinícius D'Black.

Usando como cenário a favela carioca da Maré, a história acompanha o surgimento da paixão entre Analídia (Cristina Lago) e Jonatha (Vinícius D'Black). Os dois participam do grupo de dança da escola da ex-bailarina Fernanda (Marisa Orth), uma mulher de classe média que decidiu liderar um projeto na favela. Trata-se de um lugar dividido ao meio, cada lado dominado por uma facção do tráfico de drogas.

Sendo um musical, muitos problemas da favela são contados por músicas e coreografias, estas últimas desenvolvidas por Gabriela Figueroa, com a colaboração de Sonia Destri.

Na trilha musical, assinada por Fernando Moura e Marcos Souza, há canções como "Você", de Tim Maia, "Favela", de Marcelo Falcão e Xandão, "Gente de Lá" e "Minha Alma", ambas de Marcelo Yuka, e até alguns trechos do erudito "Romeu e Julieta", tema musical para um balé de 1936, composto pelo compositor ucraniano Sergei Prokofiev (1891-1953).

Saiba se você é viciada em sexo






Quando se pensa na prática sexual, as primeiras idéias que surgem são a de prazer, de felicidade e de satisfação. É comprovado que o sexo traz benefícios tanto físicos quanto mentais – e disso, mesmo sem pesquisas, ninguém duvida. Porém, a atividade sexual pode passar do limite do prazer e do bem-estar para tornar-se um transtorno.


Conhecida popularmente como ninfomania, quando referente às mulheres, e satirismo, quando relacionada aos homens, a dependência sexual é um transtorno que afeta uma parcela relativamente pequena do universo feminino. “Podemos dizer que 90% dos pacientes tratados são do sexo masculino frente a 10% de mulheres”, explica Aderbal Vieira Júnior, psiquiatra e coordenador do departamento de dependências não-químicas do Proad - Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes – da Universidade Federal de São Paulo.



Como surge?




Ninguém vira dependente sexual da noite para o dia. Segundo o psiquiatra, existe um padrão de comportamento anterior. “A pessoa sempre teve o sexo como algo muito presente em sua vida, mas em algum momento a transa adquire uma tônica maior e, aí, passa a ser algo disfuncional”, explica Aderbal.


Sintomas




“Costumo dizer que o dependente não é aquele que transa muito, mas o que transa errado”, afirma. A sensação de perda de controle é um dos sinais da dependência sexual. A pessoa passa a praticar o sexo não por sentir vontade, mas porque precisa. “Ela acaba transando por outro motivo que não seja a gratificação”, explica. A falta de controle leva muitas pessoas a terem diversos parceiros concomitantes, e isso pode acarretar na contaminação por doenças sexualmente transmissíveis. Outro indício do sexo patológico é a percepção de que a transa se tornou algo prejudicial à pessoa. O sexo acaba ocupando muitos espaços que deveriam ser dedicados a outras coisas. “Há casos de pessoas que se masturbam o dia inteiro”, completa o psiquiatra.


Como tratar?




O primeiro passo, considerado fundamental, é buscar auxílio na psicoterapia. “Ela é importante para o paciente entender de que forma ele chegou nesse ponto”, afirma Aderbal. Além disso, a utilização de remédios é uma opção em dois casos: quando o paciente possui um outro problema psiquiátrico ou para se obter um efeito sintomático, fazendo com que o impulso sexual baixe.

terça-feira, 20 de maio de 2008

Como causar boas impressões?

Quais são as qualidades que almejamos para despertar a admiração das outras pessoas? Inteligência, honestidade, sucesso ou boa aparência? Quaisquer que sejam, precisamos tomar cuidado, pois a todo o momento estamos sendo observados por gente que forma imagens sobre nós. Estas opiniões são baseadas em inúmeras associações – algumas emocionais, outras racionais, diversas positivas e muitas negativas. Sempre somos julgados à primeira vista, a partir de preconceitos e estereótipos existentes no interior de cada ser humano.

Para nos sentirmos confortáveis neste quadro, temos que estabelecer harmonia, que nada mais é do que a afinidade perceptível entre duas ou mais pessoas. Se desejamos ser reconhecidos, aceitos e admirados, temos que estruturar e passar boas sensações.

Existe muita teoria a respeito das características relevantes para se transmitir uma boa impressão. Abaixo, um resumo das principais qualidades para gerar uma primeira boa impressão:

Elegância é vista não como moda e beleza, mas como distinção de maneiras e gentileza.
Boa Postura é entendida como a expressão corporal, a atitude e o comportamento adequado.
Boa Aparência é aquele conceito subjetivo que varia de pessoa para pessoa, de profissão e de ambientes.
Boa Educação, como atitude comportamental, disciplina, civilidade, delicadeza e cortesia.
Capacidade de Comunicação, como forma de criar laços afetivos e não como meio para chegar a um fim.
Saber Ouvir é como vamos conhecer as pessoas e fazer com que elas se sintam importantes.
Simpatia e Empatia, dois conceitos que levam a entender e atender as pessoas à nossa volta.
Contato Visual cria uma relação forte e faz com que as pessoas sejam receptivas a nós.
Conteúdo da Conversação: habilidade importante como forma de interagir e manter bons diálogos.
Bom Humor é o estado de espírito que traz bem estar a nós e aos demais.
Forma de cumprimentar. Embora seja um fato comum, o contato inicial é um momento muito importante no encontro de duas pessoas.
Correção e Simplicidade, levantadas como sinceridade percebida, lealdade, lisura e ausência de afetação.
Estas são boas características para as primeiras impressões. Mas será que são elas que ficam? Este papo vai longe. Fica para outro momento, em outro lugar.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Escolhas

Somos o que escolhemos ser...


Não sinta o peso de suas frustações


Aprenda com elas a ser melhor.....


Autopiedade é o pior dos entraves da vida.... Viva!


Não seja o que os outros almeijam que seja.... Siga seu coração


Acredite em Deus.


Acredite em você. Tenha Atitude. Eu tive.




domingo, 18 de maio de 2008

Way Back Into Love




CORA
I’ve been living with a shadow overhead
I’ve been sleeping with a cloud above my bed
I’ve been lonely for so long
Trapped in the past, I just can’t seem to move on

ALLEX
I’ve been hiding all my hopes and dreams away
Just in case I ever need em again someday
I’ve been setting aside time
To clear a little space in the corners of my mind

AMBOS
All I wanna do is find a way back into love
I can’t make it through without a way back into love
Oh

CORA
I’ve been watching but the stars refuse to shine
I’ve been searching but I just don’t see the signs
I know that it’s out there
There’s got to be something for my soul somewhere

ALLEX
I’ve been looking for someone to shed some light
Not somebody just to get me throught the night
I could use some direction
And I’m open to your suggestions

AMBOS
All I wanna do is find a way back into love
I can't make it through without a way back into love
And if I open my heart again
I guess I'm hoping you'll be there for me in the end
oh, oh, oh, oh, oh

CORA
There are moments when I don't know if it's real
Or if anybody feels the way I feel
I need inspiration
Not just another negotiation

AMBOS
All I wanna do is find a way back into love
I can't make it through without a way back into love
And if I open my heart to you
I hope you show me what to do
And if you help me start again
You know that I'll be there for you in the end




Letra muito interessante. Adorei esse filme, me vejo nessa letra. Graças a meu bom Deus encontrei respostas às minhas dúvidas e acredito minhas limitações.... Não estou mais presa a meu passado e sim caminhando para um futuro feliz e promissor.