
A origem de Maceió remonta à construção de um engenho de cana-de-açúcar, por volta de 1609. Dali surgiu o povoado de Maçayó. Em tupi-guarany, essa expressão indígena, que significa “aquele que tapa o alagadiço”, tem tudo a ver com o lugar, onde a água era abundante e a subida e descida das marés uma constante. O povoado do início
do Século XVII tinha uma capela erguida em louvor a Nossa Senhora dos Prazeres, bem no lugar onde hoje se encontra a Igreja Matriz, na
Praça Dom Pedro II. Das terras alagadas de quatro séculos atrás até a metrópole do nosso tempo, muitas águas rolaram. Banhada por 15 praias, a cidade de 700 mil habitantes destaca-se dentro e fora do país pela beleza exuberante do seu litoral, onde o mar de águas ora muito verdes, ora intensamente azuis, beija areias brancas e finas e forma piscinas naturais. Dentro da série de reportagens sobre curiosidades nordestinas, confira nesta edição um pouco da história, cultura, gastronomia e atrativos da capital alagoana.
do Século XVII tinha uma capela erguida em louvor a Nossa Senhora dos Prazeres, bem no lugar onde hoje se encontra a Igreja Matriz, na
Praça Dom Pedro II. Das terras alagadas de quatro séculos atrás até a metrópole do nosso tempo, muitas águas rolaram. Banhada por 15 praias, a cidade de 700 mil habitantes destaca-se dentro e fora do país pela beleza exuberante do seu litoral, onde o mar de águas ora muito verdes, ora intensamente azuis, beija areias brancas e finas e forma piscinas naturais. Dentro da série de reportagens sobre curiosidades nordestinas, confira nesta edição um pouco da história, cultura, gastronomia e atrativos da capital alagoana.
COMIDAS TÍPICAS
Peixada com leite de coco. Este é o principal prato típico da culinária alagoana. Mas nesse cardápio à base de frutos do mar, tão característico em Maceió, destacam-se sururu, camarões, caranguejos e siris de coco. Tudo servido à beira-mar e acompanhado por uma cerveja estupidamente gelada. Mas a macaxeira com carne-de-sol, acompanhada com manteiga-de-garrafa, também é um dos pontos altos dessa culinária que deixa muito turista babando.Os crustáceos são o ponto forte da culinária local.
Na Lagoa Mundaú, mulheres rendeiras criam delicadas peças de filé, bilro, labirinto e renascença. Este é o mais legítimo artesanato alagoano encontrado na Feira de Artesanato da Praia de Pajuçara. Aliás, aí também se encontram peças em cerâmica, palha e couro.
GOGÓ DA EMA
Na Praia de Ponta Verde havia um coqueiro que cresceu muito e seu tronco acabou fazendo uma curva tão acentuada que ficou parecendo o pescoço de uma ema. E foi justamente esse “gogó da ema” que se transformou no mais famoso símbolo da cidade. Pena que o coqueiro tenha morrido já há algum tempo.
FOLCLORE
Maceió reúne uma dos maiores conjuntos de manifestações folclóricas do mundo. São mais de vinte diferentes tipos de folguedos e danças populares, preservados ao longo dos séculos. Originários da Europa, esses folguedos e danças se misturaram a outras manifestações de origem indígena e africana,resultando em novas formas, cores e ritmos. E aí estão o pastoril, a cavalhada, o fandango, o guerreiro, o quilombo e o reisado, só para citar os mais conhecidos.
Lenda do Pai-do-Mato
O folclore alagoano preserva a figura do pai-do-mato como um bicho muito grande, maior do que os paus da mata, de cabelos enormes, com unhas de dez metros. O urro dele estronda em toda a mata e sua risada, à noite, é ouvida ao longe. Bala e faca não conseguem nem feri-lo. Ele só morre se a bala ou a facada acertarem numa roda que ele tem no umbigo. Quando os filhos estão com os cabelos grandes demais, as mães de família costumam reclamar: -”Você quer virar pai-do-mato, menino?”
Alagoas tem uma notável geração de personalidades.Só para citar alguns, destacamos o marechal Deodoro da Fonseca, o dicionarista Aurélio Buarque de Holanda, o jurista Pontes de Miranda, os escritores Lêdo Ivo e Graciliano Ramos, o cantor Djavan, o técnico Zagallo e o multiinstrumentista Hermeto Pascoal, Simone Patrícia Feitoza a dona desse blog. rsrssrs






